Sinais confusos, informações conflitantes em meio a tudo isso, um conjunto de pessoas com interesses e afinidades em comum...cada qual com a sua bagagem de vida e suas próprias confusões e sentimentos.
Às vezes tentar decifrar tudo isso de nada adianta, já diria alguém muito mais sensível e vivida, ”ou toca, ou não toca”. A questão é quando várias coisas tocam, e as pessoas se sentem “perdidas” em meio a esse turbilhão, cada um reage de forma diferente e acaba que nada é realmente entendido.
Que mania essa do ser humano complicar as coisas, se esconder sob uma capa protetora de aparências, orgulhos e medos.
Ao mesmo tempo, é muito bom saber que existem, e conhecer pessoas que se abrem, que não têm medo, que simplesmente dizem e fazem aquilo que sentem e têm vontade, mas isso assusta, assusta e muito, não estamos acostumados com tamanha franqueza e honestidade de ser, de pensar, de sentir. Pessoas assim nem sempre são as mais felizes, mas com certeza são as que mais me alegro de conhecer, de partilhar momentos...um dia, quando eu crescer, quero ser assim.
Enquanto isso não acontece, o melhor mesmo é não pensar tanto nisso, porque como diria outra pessoa bem sábia “tentar pensar em resolver os problemas e questões que mais nos afligem, às vezes é tão complicado quanto resolver um problema matemático em braile e mascando chiclete”.
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